Escolha as cores das velas e de outros acessórios para a magia ( como fitas, lenços) de a cordo com o tipo de vibração que deseja atrair.
Se estiver em dúvida sobre a situação, utilize a cor branca, assim você nunca erra!
AMARELA
Significa energia solar, sucesso, fortunas espirituais e materiais, vitalidade e otimismo
AZUL
Poder mental, inspiração, devoção, mentalização e recebimento de mensagens astrais.
VIOLETA
Transmuta a negatividade, facilita ligação com os planos espirituais, dá autoconfiança e autoconhecimento. A cor do Graal
LARANJA
Alegria, energia positiva, felicidade e glória.
DOURADA
Contato com mestres astrais e anjos mensageiros.
MARROM
Dinheiro, bens materiais, prosperidade.
VERMELHA
Calor, paixão, sexo, alegria de viver, dinheiro e coragem.
ANIL
Clarividência, clariaudiência, paranormalidade e intuição.
VERDE-CLARO
Fartura, energia, crescimento material e serenidade.
VERDE-ESCURO
Esperança e fé.
ROSA
Amor incondicional. É calmante.
LILÁS
Espiritualidade, mediunidade e contato com seres astrais
PÚRPURA
Sucesso, prestígio, força realizadora.
PRATA
Abertura das portas do plano astral. Afasta as energias negativas.
BRANCA
Paz, espiritualidade, tranquilidade. É a cor que contém todas as vibrações.
bbb
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Carma e Reencarnação – Vida e Realização Sadia
(Alguns Toques Vitais da Sabedoria Cigana)
Todo espírito é meio-cigano!
Ao longo das muitas vidas, viaja muito.Uma hora, é mulher; outra hora, homem… Eternamente viajando…
Quantas vezes dançou em volta de fogueiras? Quantas vezes teve seu sono embalado pelos pais, enquanto ouvia histórias sobre heróis e fadas?
Quantas vezes amou, brigou e entrou e saiu de corpos transitórios? Quantos parceiros já teve?
Que riqueza é a reencarnação!
Poder ser homem ou mulher; alto ou baixo; branco ou negro; amarelo ou vermelho; gordo ou magro. Tudo é possível!
A riqueza está na mudança, na possibilidade de ir e vir, sempre…
O espírito é o mesmo, mas a roupagem muda, como deve ser.
Os milênios passam, as vidas se sucedem, e as danças mudam!
Quem não aceita a reencarnação, é porque quer tudo igual, sempre formatado de acordo com a própria intransigência.
No entanto, o idoso de hoje será a criança do futuro. E a criança de agora é o velho de outrora! Atrás do véu dos sentidos e dos corpos, o mesmo espírito.
Nos olhos – azuis, verdes, castanhos, claros ou negros -, o mesmo brilho do eterno. Que maravilha, poder ser tudo, de todos os jeitos!
Poder aprender bastante, sendo muitos! E, ao mesmo tempo, sendo o mesmo!
Todo espírito é meio-cigano, pois viaja muito… E dança em volta das fogueiras do infinito.
E a Mãe Divina – ou Pai Divino, se quiserem -, dança junto, dentro de cada ser.
A vida jamais será do jeito que os homens desejam.
Cada dança é diferente das outras; cada momento é uma dádiva; cada vida, uma grandeza! Mudam as vestimentas e os costumes. Contudo, o dançarino é o mesmo, pois é eterno!
Que todas as danças sejam lindas! Que os dançarinos sejam muito felizes!
Comemorem a vida, de que jeito ela vier!
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Cartas e oração ciganas
A escritora Mirian Stanescon Batuli foi uma das premiadas pelo Edital Prêmio Culturas Ciganas de 2007.
A escritora Mirian Stanescon Batuli foi uma das premiadas pelo Edital Prêmio Culturas Ciganas de 2007, pelo livro “Lila Romai – Cartas Ciganas em conjunto com a oração Cigana e a Oração a Santa Sara Kali”. Segundo ela, o livro é sobre a história da tradição cigana, escrita por uma verdadeira cigana, o que muda a realidade da literatura da área no Brasil. “Tudo o que era escrito no Brasil sobre os ciganos era escrito por não ciganos e, portanto, muito distorcido”, diz.
Cigana do ramo dos Rom, Miriam formou-se advogada (caso raro entre as mulheres ciganas) e hoje é coordenadora da Fundação Santa Sara Kali, onde promove cruzadas pela paz e faz projetos sobre o ensino de romanês, um banco de dados da cultura cigana, inclusão digital e muitas outras ações pela cidadania de sua gente.
Ela diz que ficou muito alegre ao ser contemplada com o prêmio não tanto pelo valor, que considera baixo, mas principalmente por seu significado. “O prêmio é muito importante porque é a primeira vez que se faz política pública para os ciganos no Brasil, além disso, divulga nossa cultura e dá oportunidade aos ciganos de afirmarem suas expressões culturais. Agora os ciganos estão se conscientizando e acreditando que o governo está fazendo todo o possível por eles.”
Segundo Mirian, a importância da autoria foi uma das ações sugeridas ao Ministério da Cultura pelo Grupo de Trabalho Cigano, instituído como forma de estabelecer o diálogo com o Povo Cigano que vive no país e abrindo espaço para que ele contribua na elaboração de políticas públicas de sua cultura.
Agora, além de sua luta pela dignidade e igualdade de todos, não apenas dos Ciganos, Miriam está se dedicando a dois novos livros, um sobre as raízes ciganas e outro sobre a história de Santa Sara Kali, a santa que é homenageada no dia 24 de maio, instituído oficialmente pelo governo brasileiro como o dia nacional dos Ciganos.
A escritora Mirian Stanescon Batuli foi uma das premiadas pelo Edital Prêmio Culturas Ciganas de 2007, pelo livro “Lila Romai – Cartas Ciganas em conjunto com a oração Cigana e a Oração a Santa Sara Kali”. Segundo ela, o livro é sobre a história da tradição cigana, escrita por uma verdadeira cigana, o que muda a realidade da literatura da área no Brasil. “Tudo o que era escrito no Brasil sobre os ciganos era escrito por não ciganos e, portanto, muito distorcido”, diz.
Cigana do ramo dos Rom, Miriam formou-se advogada (caso raro entre as mulheres ciganas) e hoje é coordenadora da Fundação Santa Sara Kali, onde promove cruzadas pela paz e faz projetos sobre o ensino de romanês, um banco de dados da cultura cigana, inclusão digital e muitas outras ações pela cidadania de sua gente.
Ela diz que ficou muito alegre ao ser contemplada com o prêmio não tanto pelo valor, que considera baixo, mas principalmente por seu significado. “O prêmio é muito importante porque é a primeira vez que se faz política pública para os ciganos no Brasil, além disso, divulga nossa cultura e dá oportunidade aos ciganos de afirmarem suas expressões culturais. Agora os ciganos estão se conscientizando e acreditando que o governo está fazendo todo o possível por eles.”
Segundo Mirian, a importância da autoria foi uma das ações sugeridas ao Ministério da Cultura pelo Grupo de Trabalho Cigano, instituído como forma de estabelecer o diálogo com o Povo Cigano que vive no país e abrindo espaço para que ele contribua na elaboração de políticas públicas de sua cultura.
Agora, além de sua luta pela dignidade e igualdade de todos, não apenas dos Ciganos, Miriam está se dedicando a dois novos livros, um sobre as raízes ciganas e outro sobre a história de Santa Sara Kali, a santa que é homenageada no dia 24 de maio, instituído oficialmente pelo governo brasileiro como o dia nacional dos Ciganos.
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